sábado, 5 de março de 2011
terça-feira, 1 de março de 2011
Estrelinhas, estrelinhas.
Quando vi essa foto, me veio uma saudade, saudade da minha infância, das brincadeiras, brinquedos, aiai, como cada detalhe agora parece tão gostoso, eu adorava enfeitar meus cadernos, papeis de carta, cartinhas e tudo mais que a imaginação deixasse, com essas estrelinhas, amava tambem purpurinas e glitter alem de lápis de cor, canetinhas, giz de cera, cola colorida, e canetas, muitas canetas, de todas as cores, tipos e marcas, tinha tambem umas reguas com desenhos, e tudo mais que me vem na memória agora, mas que não vou escrever para não se tornar um livro, hehhehe, memórias, belas imagens que nos trazem sentimentos, sensações, momentos, novamente vividos, a minha infância foi perfeita, brinquei, me machuquei, aprendi, lutei, venci, perdi, amei, tive muitos amigos algumas inimizades, sorri, gritei, chinguei, briguei, abraçei, amparei, rolei de rir, tomei banho de chuva, planejei fujir de casa, fiquei até tarde na rua, joguei todos os jogos, e fui muito, muito feliz.Um sorriso se fez presente com essa imagem que me transportou a minhas memórias e deixou saudade.
É os brilhos já fazem parte de mim desde a minha infância, hehehhehhe
É os brilhos já fazem parte de mim desde a minha infância, hehehhehhe
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Cinza, da cor do vazio.
HÁ dias de tudo cinza, cinza como o dia, tão sem cor sem sabor, sem ânimo e coragem, mas com muitos, muitos sentimentos, pensamentos, não há nada na verdade e é como se houvesse tudo, faltasse tudo e houvesse nada. Nem silêncio e nem gritos, somente cinza, sem graça. Sem buscar entender nada, nem aceitar, nem ao menos questionar muito menos discordar e é assim o tal do cinza, cinza...
Qual caminho percorrer, quando todos parecem iguais, nenhum te diz nada, todos parecem básicos e desnecessários, como se nenhum pudesse levar além do que já está previsto.
Qual caminho percorrer, quando todos parecem iguais, nenhum te diz nada, todos parecem básicos e desnecessários, como se nenhum pudesse levar além do que já está previsto.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Sozinho
Às vezes, no silêncio da noite
Eu fico imaginando nós dois
Eu fico ali sonhando acordado, juntando
o antes, o agora e o depois
por que você me deixa tão solto?
por que você não cola em mim?
Tô me sentindo muito sozinho!
Não sou nem quero ser o seu dono
É que um carinho às vezes cai bem
Eu tenho meus desejos e planos secretos
só abro pra você mais ninguém
por que você me esquece e some?
e se eu me interessar por alguém?
e se ela, de repente, me ganha?
Quando a gente gosta
é claro que a gente cuida
fala que me ama
só que é da boca pra fora
ou você me engana
ou não está madura
onde está você agora?
Quando a gente gosta
é claro que a gente cuida
fala que me ama
só que é da boca pra fora
ou você me engana
ou não está madura
onde está você agora?
Eu fico imaginando nós dois
Eu fico ali sonhando acordado, juntando
o antes, o agora e o depois
por que você me deixa tão solto?
por que você não cola em mim?
Tô me sentindo muito sozinho!
Não sou nem quero ser o seu dono
É que um carinho às vezes cai bem
Eu tenho meus desejos e planos secretos
só abro pra você mais ninguém
por que você me esquece e some?
e se eu me interessar por alguém?
e se ela, de repente, me ganha?
Quando a gente gosta
é claro que a gente cuida
fala que me ama
só que é da boca pra fora
ou você me engana
ou não está madura
onde está você agora?
Quando a gente gosta
é claro que a gente cuida
fala que me ama
só que é da boca pra fora
ou você me engana
ou não está madura
onde está você agora?
Malandragem
Sou uma garotinha
Esperando o ônibus
Da escola, sozinha...
Cansada com minhas
Meias três quartos
Rezando baixo
Pelos cantos
Por ser uma menina má...
Quem sabe o príncipe
Virou um chato
Que vive dando
No meu saco
Quem sabe a vida
É não sonhar...
Eu só peço a Deus
Um pouco de malandragem
Pois sou criança
E não conheço a verdade
Eu sou poeta
E não aprendi a amar
Eu sou poeta
E não aprendi a amar...
Bobeira
É não viver a realidade
E eu ainda tenho
Uma tarde inteira
Eu ando nas ruas
Eu troco um cheque
Mudo uma planta de lugar
Dirijo meu carro
Tomo o meu pileque
E ainda tenho tempo
Prá cantar...
Eu só peço a Deus
Um pouco de malandragem
Pois sou criança
E não conheço a verdade
Eu sou poeta
E não aprendi a amar
Eu sou poeta
E não aprendi a amar...
Eu ando nas ruas
Eu troco um cheque
Mudo uma planta de lugar
Dirijo meu carro
Tomo o meu pileque
E ainda tenho tempo
Prá cantar...
Eu só peço a Deus
Um pouco de malandragem
Pois sou criança
E não conheço a verdade
Eu sou poeta
E não aprendi a amar
Eu sou poeta
E não aprendi a amar...
Quem sabe eu ainda sou
Uma garotinha!
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Pressa.
Cadê o romantismo?
Onde foram parar as surpresas, as flores e os bombons?
Cadê, aquele que liga, que se preocupa, que sente, que ama?
Onde se escondeu os olhos que brilham a contemplar os meus?
Onde se perdeu o toque de carinho, o afago de mansinho?
Onde a pressa deixou de correr?
Cadê você, com quem sonhei?
Cadê você, meu amor?
Tenho pressa de você
Tenho pressa de amar
Tenho pressa, pois o tempo não para,
Quero todo o tempo
Quero o tempo todo
Quero o tempo a amar.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Esperar, esperança.
Cadê o romantismo?
Eu poderia não me deixar levar por tais sentimentos, mas como eu queria...
Queria que você ao menos uma vez, me surpreendesse, aparecesse assim nessa hora tão própria e necessária, viesse assim sem avisar, largasse tudo a me priorizar.
Cadê o romantismo?
Não é necessário, mas, sem mas
Deveria ser assim, tão fácil, sem empecilhos, deveria ser assim tão bom que quase necessário, deveria ser assim o amor. Deveria ser assim o amor pra mim.
O amor que desejei. Sorrisos e lágrimas, se misturam, se fundem, se unem e é nessa forma que se transforma. Vida.
Formas a desejar-te mais perto, sussurros e toques, seus olhos a me olhar.
Queria a sensação...
Sem esperar.
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